A trinca na parede da sala está lá desde o ano passado. Ou cresceu? Ninguém no condomínio sabe dizer, porque ninguém mediu. O monitoramento de fissuras e rachaduras em São Paulo resolve exatamente essa dúvida: acompanhar a abertura ao longo do tempo para descobrir se ela está parada ou em movimento.
A BIMGO Engenharia instala e acompanha a instrumentação em edificações residenciais, comerciais e industriais, sob responsabilidade técnica de engenheiro civil registrado no CREA-SP.
Peça o acompanhamento das trincas do seu prédio
É a medição repetida da abertura de uma fissura em intervalos definidos, sempre nos mesmos pontos e com o mesmo método, para registrar como ela se comporta ao longo do tempo. O engenheiro marca os pontos de leitura, instala os dispositivos de medição, faz a primeira leitura de referência e retorna nas datas combinadas para as leituras seguintes.
O resultado é uma série de dados, não uma impressão. Com ela é possível dizer se a abertura está estabilizada, se está progredindo, ou se varia com a temperatura e volta ao ponto de origem — três comportamentos com significados completamente diferentes.
Aqui está o ponto que quase todo mundo erra. Uma foto mostra a fissura de hoje. Duas fotos tiradas de ângulos e distâncias diferentes não são comparáveis entre si. Nem mesmo a largura anotada com régua responde, porque a comparação exige o mesmo ponto, o mesmo instrumento e a mesma referência.
É a repetição controlada da medição que separa a fissura inofensiva do problema ativo. Sem ela, o que sobra é palpite — e palpite não sustenta decisão de reforço estrutural nem discussão com construtora ou vizinho. É por isso que o monitoramento de fissuras e rachaduras trabalha com série de leituras, e não com registro isolado.
Esse último caso é mais comum do que parece. Quando duas partes discordam sobre a origem de uma trinca, a série de leituras é o dado que a discussão precisa.
Agende a instalação da instrumentação
Síndicos e administradoras que precisam justificar — ou descartar — uma obra de reforço; proprietários preocupados com trincas que apareceram depois que a obra ao lado começou; construtoras que precisam demonstrar a estabilidade de uma edificação entregue; e advogados que precisam de dado técnico consistente em discussão sobre dano ou vício construtivo.
Depende do que se quer verificar e do comportamento observado nas primeiras leituras. O período é definido no plano de acompanhamento, e pode ser encerrado antes se a série já permitir conclusão segura.
Não necessariamente. Largura isolada diz pouco. O que pesa é o padrão geométrico, a localização no elemento construtivo e, principalmente, se a abertura está ou não em movimento.
Os dispositivos são fixados na superfície e a interferência é pontual. Ao final do período, a remoção deixa apenas marcas superficiais, tratáveis com reparo simples de acabamento.
Reparar durante o período elimina a informação que estava sendo coletada. Por isso o reparo costuma ser feito depois da conclusão, quando já se sabe se a abertura estabilizou.
É documento técnico com ART e costuma fundamentar esse tipo de discussão, sobretudo quando existe vistoria cautelar anterior ao início da obra. O encaminhamento jurídico é avaliado pelo seu advogado.
Se a dúvida é se a trinca está andando ou parada, medir é mais barato do que reformar por precaução. Descreva onde estão as aberturas, há quanto tempo apareceram e se houve obra por perto — a partir disso definimos o plano de leituras e o orçamento.
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