Projeto Arquitetônico em São Paulo

A planta parecia boa no papel. Só que a cozinha ficou sem ponto de exaustão, a escada nasceu em cima da viga e a área construída passou do que o terreno permitia. Erro assim não aparece na obra: ele nasce antes, quando o projeto arquitetônico foi tratado como desenho bonito em vez de documento técnico. Corrigir depois custa concreto, tempo e paciência.

A BIMGO Engenharia desenvolve e coordena projetos de edificações em todo o estado de São Paulo, sob responsabilidade técnica de engenheiro civil registrado no CREA-SP, com pós-graduação em BIM Manager.

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O que é o projeto arquitetônico

É o conjunto de desenhos, memoriais e especificações que define como a edificação será construída: a distribuição dos ambientes, as dimensões, os pés-direito, as circulações, as aberturas, os acabamentos e a relação da construção com o terreno e com o entorno.

Ele não é apenas a planta baixa. Inclui cortes, fachadas, planta de cobertura, detalhamentos construtivos e as informações que permitem a alguém executar a obra sem adivinhar. E é a peça que serve de base para todos os demais projetos — estrutural, hidráulico, elétrico e complementares. Se ela estiver frágil, tudo que vier depois herda o problema.

Projeto legal e projeto executivo não são a mesma coisa

Confusão frequente, e cara. O projeto legal é a versão preparada para análise e aprovação pelos órgãos competentes: traz o que o poder público precisa verificar. O executivo é a versão que vai para o canteiro, com o nível de detalhe que o pedreiro, o instalador e o marceneiro precisam. Aprovar não é o mesmo que estar pronto para construir. Quem para no projeto legal costuma decidir na obra o que deveria ter decidido na prancheta.

Quando você precisa do projeto arquitetônico

  • Construção nova, residencial, comercial ou industrial
  • Reforma com alteração de layout, sobretudo quando mexe em parede, instalação ou circulação
  • Ampliação de área construída
  • Mudança de uso — transformar residência em clínica, escritório em restaurante
  • Regularização de construção existente que precisa ser representada em projeto
  • Retrofit de edificação antiga, onde o levantamento do existente vem antes do desenho novo

Vale dizer o óbvio que muita gente descobre tarde: sem a peça arquitetônica definida, nenhum outro projetista consegue trabalhar direito. O estrutural precisa saber onde pode descer pilar. O hidráulico precisa saber onde ficam os pontos de água. O elétrico precisa saber onde vai o quadro. Todos dependem dessa base.

O que muda quando o projeto arquitetônico é feito em BIM

No método tradicional, cada disciplina desenha em plantas separadas e a compatibilização acontece — quando acontece — por sobreposição visual de arquivos. O resultado é conhecido: a tubulação passa onde tem viga, o duto disputa espaço com a laje, e a incompatibilidade só aparece quando o operário está com a marreta na mão.

Em BIM, a edificação é modelada em três dimensões e cada elemento carrega informação. Isso permite:

  • Detecção de interferências antes da obra — o conflito entre disciplinas aparece no modelo, não no canteiro
  • Coerência automática entre as pranchas — alterar o modelo atualiza plantas, cortes e fachadas juntos
  • Extração de quantitativos a partir do que foi efetivamente modelado
  • Visualização do espaço antes de construir, o que reduz a mudança de ideia depois

Não é sofisticação: é reduzir a quantidade de decisão improvisada dentro da obra, que é onde o custo escapa.

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Como conduzimos o trabalho

  1. Levantamento — terreno, edificação existente quando houver, e as condicionantes que limitam o que pode ser construído
  2. Programa de necessidades — o que você precisa, para quantas pessoas, com que uso e com que orçamento em vista
  3. Estudo preliminar — as primeiras alternativas de implantação e distribuição, para discussão
  4. Anteprojeto — a alternativa escolhida, desenvolvida e dimensionada
  5. Projeto legal — peças no formato exigido para análise pelos órgãos competentes
  6. Projeto executivo e detalhamento — o que vai para a obra
  7. Compatibilização com as demais disciplinas, no modelo

A representação segue as normas técnicas aplicáveis, entre elas a NBR 6492, que trata da representação de projetos de arquitetura, e a emissão é acompanhada de ART.

O que você recebe

  • Plantas baixas de todos os pavimentos, com cotas e áreas
  • Cortes, fachadas e planta de cobertura
  • Planta de implantação e situação
  • Detalhamentos construtivos dos pontos que exigem definição
  • Memorial descritivo e especificação de materiais
  • Quadro de áreas
  • Modelo BIM, quando o escopo contratado o incluir
  • ART do engenheiro responsável

Para quem

Atendemos proprietários que vão construir ou reformar; investidores que precisam saber o que cabe no terreno antes de comprar; empresas que vão instalar ou adequar uma unidade; e construtoras que precisam de coordenação e compatibilização das disciplinas antes de iniciar a execução.

Regiões atendidas

  • São Paulo capital — terrenos estreitos, lotes irregulares e vizinhança consolidada, onde a implantação exige estudo antes do desenho
  • Grande São Paulo — ABC, Guarulhos, Osasco e região, com forte demanda comercial e industrial
  • Interior — Campinas, Sorocaba, Ribeirão Preto e cidades próximas, onde terrenos maiores mudam a lógica de implantação
  • Litoral — Santos, Baixada e litoral norte, onde a maresia e a umidade pesam na escolha de materiais e no detalhamento das fachadas

Perguntas frequentes

Preciso do projeto arquitetônico para uma reforma pequena?

Depende do que a reforma faz. Troca de acabamento normalmente não exige. Alteração de layout, remoção de parede, mudança de instalação ou de uso muda o funcionamento da edificação e pede projeto — e, quando mexe em estrutura, pede também avaliação estrutural antes.

Vocês fazem a aprovação junto aos órgãos?

O projeto é entregue no formato exigido para análise. O acompanhamento do processo de aprovação é definido no escopo contratado, porque varia conforme o município e o tipo de obra.

Posso contratar só a planta baixa?

É possível, mas vale entender o limite: planta baixa isolada não substitui o conjunto. Sem cortes, fachadas e detalhamento, a obra passa a ser decidida no improviso, e é aí que aparecem o retrabalho e o custo extra.

O BIM encarece o projeto?

O trabalho de modelagem é maior do que o de desenho em duas dimensões. A contrapartida é a interferência resolvida antes de virar quebra-quebra. A comparação honesta não é entre um projeto e outro, é entre o projeto e o custo da obra inteira.

Quem contrata os projetos estrutural, hidráulico e elétrico?

Podem ser contratados junto, e é o caminho que costuma render melhor resultado, porque a compatibilização acontece durante o desenvolvimento e não depois. Se você já tem outros projetistas, trabalhamos com eles.

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Conte o que você pretende construir ou reformar, o endereço e o uso pretendido. A partir disso definimos as etapas necessárias, o escopo e o orçamento — sem etapa vendida a mais e sem etapa pulada.

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