A planta parecia boa no papel. Só que a cozinha ficou sem ponto de exaustão, a escada nasceu em cima da viga e a área construída passou do que o terreno permitia. Erro assim não aparece na obra: ele nasce antes, quando o projeto arquitetônico foi tratado como desenho bonito em vez de documento técnico. Corrigir depois custa concreto, tempo e paciência.
A BIMGO Engenharia desenvolve e coordena projetos de edificações em todo o estado de São Paulo, sob responsabilidade técnica de engenheiro civil registrado no CREA-SP, com pós-graduação em BIM Manager.
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É o conjunto de desenhos, memoriais e especificações que define como a edificação será construída: a distribuição dos ambientes, as dimensões, os pés-direito, as circulações, as aberturas, os acabamentos e a relação da construção com o terreno e com o entorno.
Ele não é apenas a planta baixa. Inclui cortes, fachadas, planta de cobertura, detalhamentos construtivos e as informações que permitem a alguém executar a obra sem adivinhar. E é a peça que serve de base para todos os demais projetos — estrutural, hidráulico, elétrico e complementares. Se ela estiver frágil, tudo que vier depois herda o problema.
Confusão frequente, e cara. O projeto legal é a versão preparada para análise e aprovação pelos órgãos competentes: traz o que o poder público precisa verificar. O executivo é a versão que vai para o canteiro, com o nível de detalhe que o pedreiro, o instalador e o marceneiro precisam. Aprovar não é o mesmo que estar pronto para construir. Quem para no projeto legal costuma decidir na obra o que deveria ter decidido na prancheta.
Vale dizer o óbvio que muita gente descobre tarde: sem a peça arquitetônica definida, nenhum outro projetista consegue trabalhar direito. O estrutural precisa saber onde pode descer pilar. O hidráulico precisa saber onde ficam os pontos de água. O elétrico precisa saber onde vai o quadro. Todos dependem dessa base.
No método tradicional, cada disciplina desenha em plantas separadas e a compatibilização acontece — quando acontece — por sobreposição visual de arquivos. O resultado é conhecido: a tubulação passa onde tem viga, o duto disputa espaço com a laje, e a incompatibilidade só aparece quando o operário está com a marreta na mão.
Em BIM, a edificação é modelada em três dimensões e cada elemento carrega informação. Isso permite:
Não é sofisticação: é reduzir a quantidade de decisão improvisada dentro da obra, que é onde o custo escapa.
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A representação segue as normas técnicas aplicáveis, entre elas a NBR 6492, que trata da representação de projetos de arquitetura, e a emissão é acompanhada de ART.
Atendemos proprietários que vão construir ou reformar; investidores que precisam saber o que cabe no terreno antes de comprar; empresas que vão instalar ou adequar uma unidade; e construtoras que precisam de coordenação e compatibilização das disciplinas antes de iniciar a execução.
Depende do que a reforma faz. Troca de acabamento normalmente não exige. Alteração de layout, remoção de parede, mudança de instalação ou de uso muda o funcionamento da edificação e pede projeto — e, quando mexe em estrutura, pede também avaliação estrutural antes.
O projeto é entregue no formato exigido para análise. O acompanhamento do processo de aprovação é definido no escopo contratado, porque varia conforme o município e o tipo de obra.
É possível, mas vale entender o limite: planta baixa isolada não substitui o conjunto. Sem cortes, fachadas e detalhamento, a obra passa a ser decidida no improviso, e é aí que aparecem o retrabalho e o custo extra.
O trabalho de modelagem é maior do que o de desenho em duas dimensões. A contrapartida é a interferência resolvida antes de virar quebra-quebra. A comparação honesta não é entre um projeto e outro, é entre o projeto e o custo da obra inteira.
Podem ser contratados junto, e é o caminho que costuma render melhor resultado, porque a compatibilização acontece durante o desenvolvimento e não depois. Se você já tem outros projetistas, trabalhamos com eles.
Conte o que você pretende construir ou reformar, o endereço e o uso pretendido. A partir disso definimos as etapas necessárias, o escopo e o orçamento — sem etapa vendida a mais e sem etapa pulada.
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